terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Um Presente de Natal

No dia 25, recebemos de presente de Natal a leitura desta crônica de PAULO MENDES CAMPOS. Sentados em volta de uma "mesa digna de viscondes", a família escutou estas palavras. Ao final da leitura, o que vimos foram olhos mareados e corações alimentados!


PARA MARIA DA GRAÇA

Paulo Mendes Campos


Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: “Alice no País das Maravilhas”.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?".
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?". Essa indagação perplexa é o lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!". O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada, e vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo, e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon!". Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para a tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto-de-vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gatos se fosses eu?".
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?". É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre aonde quiseres, ganhaste.
Disse o ratinho: "Minha história é longa e triste!". Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance é só o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energicamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!". Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.
Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo". Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.
E escuta esta parábola perfeita: Alice tinha diminuído tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. Ê isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e de rinocerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom humor.
Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.
Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas...".
Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Peguei uma onda maneira!


"Garota,
Eu vou pra Califórnia
Viver a vida sobre as ondas!"

(Lulu Santos)


Fomos procuradas pela mãe de dois meninos lindos. Gêmeos!
Cheia de idéias para dividir com a gente,
a Fernanda foi uma grande parceira na criação desse cenário.
Unimos criatividade... Essa é a nossa praia!


"Eu vou na onda que mais longe me levar!"



O painel foi feito em serigrafia.







Os doces foram feitos por Mel Amor e combinaram perfeitamente com os elementos que criamos para a mesa. Coqueirinhos, pranchinhas de surf e cupcakes com motivos de praia.


Extremo cuidado e bom gosto.




O cenário de guloseimas.






Enfeite de mesa foi feito pela mãe dos aniversariantes. Nós adoramos!

Ficamos imensamente satisfeitas com o resultado dessa montagem!




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Pequeno Príncipe









No último sábado, encontramos um livro belíssimo - lançamento da Editora Agir - O Pequeno Príncipe em dobraduras (pop-up). O efeito é encantador, as aquarelas de Antoine Saint-Exupéry saltam das páginas e parecem querer voar. Texto integral. Para os que não conhecem, uma excelente oportunidade de ler. Para os que já leram, um tesouro para guardar para os filhos e netos!




SINCRONICIDADE

No domingo, uma amiga nos contou que visitou a exposição O PEQUENO PRÍNCIPE NA OCA. Ela adorou. A montagem está linda.


Nós logo nos animamos! Assim que for possível, arrumaremos as malas e iremos para Sampa!

Vale uma visita ao site:


P.S.: Em fase de enamoramento pelo Principezinho de cabelos cor de trigo, estamos planejando um tema novo em sua homenagem!



sábado, 31 de outubro de 2009

Você sabe dizer do que é que você gosta?


"As pequenas coisas que dão prazer são feitas de momentos breves, quase mágicos, nos quais os cinco sentidos parecem parar no tempo e, sem pressa, saborear todas as sensações, antes de registrá-las para sempre na memória.
Estes pedacinhos de cotidiano são feitos de cheiros, sabores, cores e sonoridades particulares que tocam você, às vezes de forma inexplicável, e que ficam associados àqueles momentos especiais de sua vida. São como pedrinhas semeadas ao longo do caminho de sua existência.
Ao parar para observar, por alguns segundos, estes instantes e estes pequeninos prazeres, você saberá do que é que você gosta e, assim, aprenderá a se conhecer melhor. Pois dizer o que você ama é um pouco como escrever a sua história ou desenhar o seu próprio retrato."

Este texto apresenta o livro "Do que é que você gosta?", de Gérard Gréverend. Durante a leitura, nos pegamos com os olhos brilhando e com um largo sorriso no rosto. Nos reconhecemos em muitas perguntas! Sugerimos que seja lido em voz alta, em grupo, com a sua família ou com aquele amigo querido - a troca pode ser imensamente prazerosa!

Procuramos usar sempre em nossas produções trechos de livros, de poesias e de músicas. As palavras nos ajudam a contar melhor a história de cada um. São presentes que não podem faltar. "As palavras sabem muito mais longe." (Bartolomeu Campos de Queirós)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Livro imperdível!


Enciclopédia Pré-histórica - Dinossauros
De Matthew Reinhart e Robert Saduba (Salamandra)

Os apaixonados por dinossauros enlouquecem com este livro repleto de dobraduras incríveis! Você abre uma e logo outra aparece. O colorido é lindo e os desenhos também. Traz informações sobre mais de 50 espécies de DINOSSAUROS. Para ler, se encantar e guardar!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Festa do Pijama!


Nina, nossa árvore inspiradora, completou doze anos. Sua mãe logo quis saber, "o que faremos para comemorar seu aniversário?" e a menina escolheu, "quero uma festa do pijama!".

Mãe e pai toparam na hora! A mãe organizou a festa e o pai montou o espaço do telão. Nós passamos por lá para dar um beijo em nossa pequena árvore e podemos contar: a alegria das sete meninas era imensa! Muitos risos, cantoria e brincadeiras! Um clima de festa tão bacana que não poderíamos deixar de dividir com vocês!

Para os que já estão crescendo, a festa do pijama tem feito muito sucesso! De simples organização, pode ser uma ótima solução para comemorar o aniversário dos que já passaram de dez anos, mas ainda não chegaram à adolescência.

Você pode reunir em sua casa um grupo pequeno de amigos de seu filho. Eles vão passar a noite lá ... e não vão dormir! Para os pais é preciso ter pique, paciência e animação! Estejam prontos para perder uma noite de sono...

Vale alugar filmes e DVDs de shows que a garotada curte - peça para o seu filho selecionar. Se for possível, use um telão - isso dará à festa um clima especial!

Monte um caderno-questionário para rolar entre a meninada durante a comemoração (Lembram?! Várias perguntas pessoais com espaço para todos responderem!).

Faça pipoca, mini-sanduíches, monte uma mesa de guloseimas, bolo e alguns enfeites.

Organize uns jogos de equipe! A garotada também vai gostar de encontrar presentinhos escondidos!

Monte um espaço com colchonetes e almofadas - de preferência na frente do telão.

A festa é do pijama, mas ninguém vai dormir...

Ah! Se você quiser, peça a nossa ajuda! Adoramos novidades!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Feito para Mariana!

A menina e o mar!

Para o convite, uma foto da Mari perto do mar.
O acabamento foi feito com laço de fita!


O Mar de Mariana


"Quem te ensinou a nadar
Quem te ensinou a nadar
foi, foi marinheiro
foi o peixinho do mar..."


Para uma família que adora festas
e para uma menina que ama o mar
montamos este cenário para uma pequenina sereia encantar!


Construimos, para Mariana, um painel com fitas e recorte e colagem.


O cenário do bolo!


A Sereia
produção de Sonia Mendes


A Baleia
produção de Sonia Mendes


A Arraia


O Cavalo-marinho


A tartaruga e seus filhotinhos entre os docinhos
que, em clima de tradição familiar, são feitos em mutirão!


A mãe da Mariana trouxe de São Paulo umas estrelinhas coloridas para enrolar o brigadeiro branco. Ficaram lindos!


O Polvo e o Siri


Painel com fotos da aniversariante!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Infância, quando a alma está encantada!

ANTES QUE ELAS CRESÇAM!
Trechos do texto de Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem.

Independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos.

Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade.O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição.

Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.

Especialmente para Valentina


O convite do Batizado!
Coordenamos as cores escolhidas para a decoração
com as cores do convite.


CONVITE MARCADOR DE LIVROS
A frente é colorida e o verso preto e branco.
Pode receber aplicação de fita!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Batizado de Valentina

"Para que flores não faltem jamais!"

Após um encontro, conhecemos o desejo e as idéias de alguém de muito bom gosto - a mãe da Valentina!
Procuramos, escolhemos e acreditamos!
Ficamos imensamente felizes com o resultado dessa montagem!




Cupcakes feitos pela Alessandra e pela Vanessa.


Todas as frases foram feitas pela Estamparia Fluminense.


Doces lindos... e saborosos feitos pela Ana!
A roda-gigante e os anjinhos!

Uma casinha para os passarinhos!
Painel de fotos - homenagem para a família!



Enfeite para mesa de convidados!


sexta-feira, 17 de julho de 2009

Árvore Vermelha Dá a Dica II

Livros que encantam todas as idades!

"O Colecionador de Segredos", de Marcia Cristina Silva, Brinque Book.

Este livro é um presente para o coração. Um menino de 12 anos transforma a vida de seus pais e nos ensina, com muita poesia, o valor de nossas escolhas e a preciosidade do tempo.





"Exercícios de Ser Criança", Manoel de Barros, Salamandra.

O olhar do poeta sobre a infância!










"O Homem que Amava Caixas", de Stephen Michael King, Brinque Book.

Em poucas palavras, o homem nos mostra que existem várias formas de expressarmos o amor que sentimos.






"Ana, Guto e o Gato Dançarino", de Stephen Michael King, Brinque Book.

Encontros que transformam vidas! Arte e criatividade!








"A História de Tudo", de Neal Layton, Companhia das Letrinhas.

Este livro é repleto de pop-ups. O texto conta a história do universo e da vida na Terra. Vale a pena conferir!






"Onda", de Suzy Lee, Cosac Naify.

Que livro lindo! O encontro de uma menininha com o mar é contado através das ilustrações em carvão de Suzy Lee.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Fundo do Mar

Férias na Bahia com a família!
Depois de muita alegria,
nasceu a inspiração para esta fantasia!


O aniversariante adora desenhar "coisas interessantes" do fundo do mar! Usamos uma ilustração dele para criar o convite.

O painel é uma reprodução em lona do mesmo desenho.

A decoração com bolas é de Raquel Vilela.


O bolo foi feito pela Renata! Inesquecível!

A mesa do bolo!

Cupcakes da Alessandra e da Vanessa. Docinhos da Ana!


Arraia! Criação de Sonia Mendes.

Polvo, peixes, algas

O siri!

Feito por Sonia Mendes. Nós ADORAMOS !



Uma homenagem para os avós. Texto em adesivo vinil aplicado em uma das paredes do salão.



Enfeites para mesa de convidados
(peixes em feltro e bases de tecido)

Painel com desenhos e fotos do aniversariente.




Lembrancinha - sacolinha com silk e surpresas!

Guloseimas!